Quase todo o mercado começa na etapa quatro. Estas são as três que vêm antes, e por que pulá-las produz redesenhos que falham de formas previsíveis.
Para que o processo existe. Quase ninguém pergunta; é onde aparecem os processos que não deveriam existir.
Quais passos, em que ordem, com que insumos. É o único nível que o fornecedor de automação analisa.
Por que está estruturado assim. Aqui vivem as decisões herdadas de uma época que já não existe.
A intervenção de maior impacto e menor custo. Não exige ferramenta, nem investimento, nem treinamento. É também a mais resistida: implica admitir que algo feito por anos não deveria ter sido feito.
Menos passos não é só mais rápido: é mais confiável. Um processo de doze passos que poderia ter seis é duas vezes mais frágil.
Afinar o que resta, já sem peso morto. Otimizar antes de eliminar é polir o que deveria ter saído.
Só agora. A IA sobre um processo simples multiplica; sobre um complexo amplifica a desordem e a esconde atrás da velocidade.
Em linguagem de negócio, não em horas. Ninguém dirige uma empresa em horas economizadas.
Diagnosticamos o que acontece, não o que está documentado que acontece.
Os passos reais, seus donos e seus tempos.
Seis categorias: trabalho de compensação, sequencialidade desnecessária, tradução de formatos, conhecimento tácito, aprovações cerimoniais, e talento analítico ocupado em tarefas operacionais.
Do sintoma à causa raiz, com seu custo acumulado.
O que não sabemos é publicado. Uma lacuna documentada é informação diagnóstica, não uma falha da análise.
Aplicam-se nessa ordem. Perguntar pela ferramenta antes de perguntar se o passo deve existir é como se compra automação que não era necessária.